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Diretório de Advogados
Max Müller
Ceilândia (DF)
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Max Müller
Comentário ·
há 9 anos
Posse ou porte de arma de uso restrito passou a ser crime hediondo
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
Talvez uma possível solução para a posse e o porte de armas de fogo, por parte dos cidadãos comuns (claro que respeitando-se as prerrogativas do uso de armas que são exclusivas para forças militares e policiais), possa vir atrelada a um Projeto Educativo Cidadão para Uso de Armas de Fogo, o que seria realizado por uma parceria entre as forças de segurança nacional e pública e instituições públicas e privadas de ensino. A sugestão é: que a partir do Ensino Fundamental, num primeiro estágio, os jovens brasileiros tenham aulas de Defesa Pessoal, acompanhadas por professores de artes marciais educativas, como o Judo, Karate-do, Aikido, Jiu Jitsu, Muay Thai, entre outras, aliado a noções teóricas e práticas de Legítima Defesa e Uso Progressivo da Força; no segundo estágio, no Ensino Médio, tenham aulas de Direito Constitucional, Direito Penal e toda a parte teórica sobre legislação aplicada ao uso de armas de fogo, curtas e longas, assim como todos os conhecimentos necessários sobre como proceder dentro da lei, utilizando-se de simulações de cenários de crimes e suas possíveis soluções (aqui entrariam profissionais da polícia e forças armadas, para estreitarem os laços com a população, fortalecendo o respeito mútuo, pelas ações conjuntas); num terceiro estágio, quando adquirissem maioridade penal, obtivessem título de eleitor, habilitação para dirigir, fizessem testes psicológicos para o trato com armas de fogo, não tivessem passagem pela polícia nem processos por crimes, e assim que entrassem para o Ensino Superior (tudo isso seriam condições "sine qua non" para obtenção do direito às armas de fogo), os jovens cidadãos brasileiros poderiam ter aulas práticas de tiro, com instrutores qualificados e legalizados, indicados pela Segurança Nacional e Segurança Pública, para, aí sim, num Programa Educativo e Cidadão, fossem formados verdadeiros Agentes Públicos de Autodefesa, que estariam aptos a agir em parceria com a polícia e com as forças armadas, em prol da sua própria segurança, da sua família, da sua comunidade e do seu país. Desta forma, vejo a criminalidade interna caindo vertiginosamente, até níveis controláveis e aceitáveis, e, num cenário externo, o território brasileiro sendo muito mais seguro e protegido, impondo respeito e temeridade a qualquer país invasor. Bastaria haver a consciência de que Segurança é um Direito e um Dever de Todos: Forças Armadas, Policiais e Cidadãos Comuns; além de consciência, vontade política, para tanto. Trata-se de um Projeto Educativo Cidadão para Uso de Armas de Fogo, para todo cidadão ficha-limpa. Isto, sim, seria algo efetivo e democrático a respeito. Com Educação e Segurança, juntos, não teríamos necessidade de tantas imposições e restrições a algo que deveria ser óbvio, quando se fala de autodefesa de cidadãos e de todo um povo. O direito e o dever à autodefesa pertence a todo cidadão brasileiro e a toda sociedade brasileira.
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Max Müller
Comentário ·
há 9 anos
União Poliafetiva: uma análise de sua juridicidade em face da recente mutação constitucional no conceito jurídico de entidade familiar
Fernando Cruz Alexandre
·
há 12 anos
Excelente iniciativa de abordar o tema das uniões poliafetivas, uma realidade cada vez mais presente na sociedade brasileira e que merece toda a atenção, principalmente porque toca diretamente em questões de Direitos e Garantias Individuais, amparadas pela
Constituição Federal
de 88. Considero que seja um caminho árduo, até que as uniões poliafetivas tenham o mesmo tratamento legal que tem o casamento com base na noção de família patriarcal. Porém, como não há que haver discriminação de nenhuma natureza, no âmbito de um Estado laico, republicano e democrático, entendo que essas uniões tenham que ter o mesmo tratamento jurídico que as uniões monogâmicas. Sendo assim, o Direito deve evoluir, para amparar, com justiça e igualdade, tanto as uniões monogâmicas entre homem e mulher, quanto uniões homossexuais, transexuais, bissexuais, poliafetivas etc. Se se está tratando de liberdade, igualdade e justiça, deve-se dar a todos os modelos de família o mesmo amparo legal.
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Max Müller
Comentário ·
há 10 anos
Alexandre de Moraes indicado por Michel Temer para ocupar a vaga de Zavascki, e agora?
Danilo Mariano de Almeida
·
há 10 anos
E Satanás para o Quarto Poder: Ministério das Comunicações, quer dizer, Propaganda Político-Ideológica, Falácias e Alienações Diversas.
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Fernando Cruz Alexandre
Artigo ·
há 12 anos
União Poliafetiva: uma análise de sua juridicidade em face da recente mutação constitucional no conceito jurídico de entidade familiar
Resumo Examinou-se a mutação constitucional do conceito de entidade familiar e seus consequentes reflexos na polêmica união poliafetiva. Com efeito, buscou-se analisar se estaria a união poliafetiva...
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Vanessa Anderson
Comentário ·
há 9 anos
STJ: é possível crime de extorsão por ameaça espiritual
Evinis Talon
·
há 9 anos
Um tema que realmente requer e merece total atenção!
A vítima se sentiu ameaçada.
Vai ver quantas pessoas passam por igual situação; quantas destas são coagidas por motivo de crença e religião e assim acabam por ceder à pretensão do autor do "crime".
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Israel Liutti
Comentário ·
há 10 anos
Alexandre de Moraes indicado por Michel Temer para ocupar a vaga de Zavascki, e agora?
Danilo Mariano de Almeida
·
há 10 anos
Sugiro Renan Calheiros para Ministro da Justiça. Romero Jucá para Ministro da Fazenda. Depois Michel Temer para PAPA
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